Pesquisa:
O prédio do Museu de Arte da Pampulha foi idealizado e construído em 1943 pelo arquiteto Oscar Niemeyer e pelo engenheiro Joaquim Cardoso. Sua ideia inicial era a realização de um Cassino, na beira da Lagoa da Pampulha para sustentar as luxúrias e momentos de lazer da elite da capital e de grandes empresários e jogadores do Brasil e do mundo. Assim, com sua marca de curvas, Niemeyer projetou o edifício com rampas de acesso, estruturas de mármore e aço inoxidável. Além disso, em uma perspectiva de conceitos arquitetônicos dada por Le Corbusier, é possível analisar a presença de pontos que serviram de inspiração para o arquiteto como: Planta Livre (devido à grande espacialidade interna do lugar para suportar as estruturas que um Cassino propõe), Fachada livre (que pode ser vista no atual museu com sua fachada externa de grandes vidros espelhados), a presença de Pilotis -pilares de sustentação- (que ampliam a questão do dentro/fora em relação à área externa e à fachada/interior do prédio e deixa de bloquear a passagem em determinados pontos do museu, gerando uma maior visão contemplativa do usuário) e, por fim, a presença das Janelas em Fitas (que circundam todo o prédio). Porém, com a proibição dos jogos de azar em 1946, o antigo cassino fechou suas portas que só iriam ser reabertas em 1957, com uma nova configuração de utilização: Museu de Arte da Pampulha. Atualmente, o museu é tombado e abriga diversas exposições e obras de arte contemporâneas, cerca de 1500 periodicamente, trazendo cultura e entretenimento para a comunidade da capital. Ademais, de acordo com o site do governo municipal de Belo Horizonte, ''O MAP oferece continuamente visitas orientadas, técnicas e mediadas, incluindo também oficinas, atividades e exercícios práticos, encontros e conversas com artistas e convidados.''



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